quinta-feira, 5 de novembro de 2009

NOTICIAS

DATA: 04/11/2009  
ENVIADO POR: MÁRCIA BRAGA

Estética e evolução no Cinema Comentado

Em novembro, o Cinema Comentado Cineclube mantém a discussão sobre a evolução cinematográfica com a exibição de filmes que revelam a estética e as influências da “nouvelle vague” – vanguarda francesa que revolucionou o cinema na década de 1960. São obras inovadoras na narrativa, montagem e concepção artística do fazer cinematográfico. Serão exibidos:

07/11 - Hiroshima, meu Amor (1959), dir: Alain Resnais.


14/11 - Pickpocket-O Batedor de Carteiras (1959), dir: Robert Bresson.


21/11 - Quem Matou Leda? (1959), dir: Claude Chabrol.


28/11 - Lavoura Arcaica (2001), dir: Luiz Fernando Carvalho.

HIROSHIMA, MEU AMOR (1959), destaque da sessão de sábado (07/11), é um dos mais aclamados filmes da história do cinema. Neste seu primeiro trabalho de ficção, o documentarista Alain Resnais criou uma elaborada narrativa cinematográfica para contar a história de uma atriz francesa que está em Hiroshima para participar de uma produção sobre a paz. Durante as filmagens, acaba se envolvendo com um arquiteto japonês, que sobreviveu ao bombardeio. O encontro dos personagens é marcado pelas lembranças do passado e os acontecimentos do presente.
         
O roteiro de Marguerite Duras (seguidora do “noveau roman” e futura cineasta) constrói uma história pessoal, romântica e precisa para a direção inovadora de Resnais – que mistura muito bem literatura e cinema. Esteticamente, HIROSHIMA, MEU AMOR abandona o uso tradicional do flashback aos abordar passado e presente fugindo do realismo do cinema clássico – em síntese, elabora um refinado exercício sobre tempo, memória e esquecimento.
          
Para o crítico Luiz Carlos Merten, “o filme continua maravilhoso pelos diálogos literários, pela beleza da fotografia, da música, pela mágica dos atores (Emmanuelle Riva e Eiji Okada), mas principalmente pela história de amor”. Classificação etária: 12 anos.

O Cinema Comentado Cineclube acontece todo sábado, a partir das 19h, na sala 44 do Sesc – Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). A entrada é gratuita e há sempre um bate-papo após as exibições.

CINESESC
         
No domingo, 08/11, o CineSesc começa uma mostra das possibilidades e referências do cinema mundial com filmes que transitam por estilos, gêneros e conteúdos diversos. Serão exibidos:


08/11 - Clube da Lua (2004), dir: Juan José Campanella.


15/11 - O Sucesso a qualquer Preço (1992), dir: James Foley.


22/11 - Violência Urbana (1998/2005), seleção de curtas brasileiros.


29/11 - Amores (1998), dir: Domingos de Oliveira.
     
O diretor argentino Juan José Campanella (autor de “O Filho da Noiva”) é um cineasta único: seus filmes divertem e comovem com simplicidade e criatividade. Em CLUBE DA LUA (2004), ele volta ao passado focalizando os dias de glória de um clube de dança de Buenos Aires, na década de 1940. Porém, em 1990, a crise financeira fez com que essas agremiações começassem a fechar suas portas. Ameaçado pela falta de clientes, o Avellaneda enfrenta a decadência. À beira da falência, os descendentes de seus fundadores se unem para evitar o pior: a transformação do clube em um cassino.
         
Mais que um acerto de contas com o passado, CLUBE DA LUA, escancaradamente nostálgico, é uma arma anti-cinismo frente às dificuldades econômicas da classe média. Campanella constrói o filme com elementos precisos: Ricardo Darín puxando o elenco e uma constelação de excelentes atores; humor delicado e inteligente; e uma reflexão sobre como a geração dos anos 60, que lutou contra a ditadura, conseguiu produzir uma ruína política tão grande na Argentina.
          
O fiapo de história é pretexto para o diretor e sua equipe de roteiristas mostrarem, com humor agridoce, a situação de trabalhadores sem dinheiro e sem esperança, o que, inevitavelmente, “complica” a vida pessoal de todos. Numa das cenas, a mulher pede ao marido que olhe para os seus seios como vinte anos atrás. “Mas naquela época você insistia que eu olhasse os seus olhos”, defende-se o marido, já com problemas sexuais causados pela crise.
        
CLUBE DA LUA é um trabalho de grandes momentos: a Argentina continua com um cinema mais forte que o brasileiro ao retratar sua classe média sem estereótipos e ao fazer revisão história sem tomar partido de nenhum aspecto (seja direita ou esquerda) do cenário político. Classificação etária: 14 anos.

O CineSesc acontece em parceria com o Cinema Comentado Cineclube e a Programadora Brasil, apresentando sessões todos os domingos, no Salão de Convenções do Sesc-Pousada Montes Claros, a partir das 19h (novo horário). O endereço do Salão é Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). As sessões são gratuitas, abertas a todos os interessados, e depois acontece um bate-papo com a platéia sobre o filme apresentado.

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DATA: 04/11/2009
ENVIADO POR: VINICIUS ALMEIDA – GRUPO GRANDE PALCO

Dias 11 e 12 de Novembro as 20 horas no Centro Cultural, o Grupo Grande Palco apresenta OS CARAS DE PAU.  Projeto de Improviso que tem participação da platéia para a construção e desenvolvimento das cenas. O Ingresso custa apenas R$ 3,00 e se você quiser doar 1kg de alimento estaremos recebendo para doar para o orfanato.

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA DISSONANTES





A banda Dissonantes foi formada em 2001 e é de Curitiba (PR). A formação original era composta por quatro integrantes, mas no inicio do ano o tecladista Allan Roberto deixou a banda que é atualmente formada por Bruno Zotto (bateria), Thiago Rosiak (guitarra e vocal) e Raphael Machado (baixo e vocal).

O COMEÇO
De acordo com o baterista da banda Bruno Zotto, tudo começou no ano de 1996, em Curitiba (PR), quando eram mais novos. Segundo ele, na época a banda, que não tinha vocal, fazia muito barulho com pouca qualidade, mas com o tempo foram aperfeiçoando tudo.

- Nessa época ninguém cantava, era só instrumental. Ensaiamos cerca de um ano e acabamos tomando outros rumos depois disso. Thiago e Raphael foram convidados para tocar em outra banda e eu acabei indo trabalhar com outras coisas. Mas pouco tempo depois, recebi um convite para fazer parte da banda também e aceitei. Fizemos alguns shows no estado, mas nunca estávamos completamente satisfeitos, pois o estilo musical que tocávamos pouco tinha a ver com o nosso pessoal, nossas raízes musicais. Decidimos então formar os Dissonantes e convidamos o Allan, que já fazia parte dessa outra banda, para os teclados. Já nos primeiros ensaios percebemos que tínhamos acertado na decisão. Fomos fazendo shows pequenos, em lugares de pouca expressão, até que começamos a chamar a atenção de outros músicos e produtores já estabelecidos na cena local. Passamos a fazer shows maiores e em lugares frequentados pelo público que realmente nos interessava. Decidimos então gravar um EP, com algumas músicas nossas. Foi aí que as coisas começaram a acontecer. Fomos convidados a participar de um programa na MTV, o Banda Antes, o que mudou nossa carreira do dia pra noite. Fomos procurados por várias pessoas e meios influentes. Fizemos muitos shows em diversas cidades do Brasil e em 2008 lançamos o primeiro registro oficial da banda, o CD Cassino. Atualmente estamos em estúdio gravando nosso novo disco que deve sair até o primeiro trimestre de 2010. – Diz Bruno Zotto.

O NOME
Bruno explica que o nome Dissonantes surgiu de uma conversa sobre teoria musical entre Raphael e seu pai. Eles falavam sobre a bossa nova e acabou surgindo o tema sobre notas dissonantes. Raphael ficou com o nome na cabeça e propôs o nome para o grupo que aceitou no mesmo momento.

INFLUÊNCIAS E ESTILO
O baterista diz que as principais influências da banda são nomes como Beatles, Rolling Stones, The Who, Oasis, Ocean Colour Scene, Supergrass, The Jam, dentre outras. Ele diz que definiria o som como rock'n roll mesmo, mas ressalta que não gosta de rótulos.

- Atualmente estamos colecionando muitas informações musicais de diversos estilos. Em minha opinião, só com o distanciamento dos rótulos é possível criar algo realmente verdadeiro e genuíno. Ficar ancorado em um conceito é muito prejudicial para qualquer artista. – Afirma Bruno.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
Falando sobre o processo de criação, Bruno conta que geralmente o Thiago apresenta as letras e o restante da banda faz alguns complementos e modificações, mas esse não é um processo de criação fixo ou padrão, o baterista diz que às vezes as coisas acontecem de maneira diferente.

- Não sabemos ao certo de onde vem a inspiração, mas estamos sempre escrevendo sobre nossas experiências e as coisas que vemos por aí. – Diz o baterista. 

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Dissonantes tem um EP intitulado "Amor Retrô", lançado em 2005, e o disco "Cassino", lançado em 2008. Atualmente a banda esta em estúdio trabalhando um novo álbum, com produção de Ricardo Moura. Estão preparando também dois videoclipes que serão filmados ainda esse ano.

AGENDA
Atualmente a banda faz shows toda quarta-feira no Empório São  Francisco, em Curitiba (PR).

CONTATOS
Telefone: (41) 8485-9985 (falar com Mauricio)
Site oficial: www.dissonantes.com.br

- Convido aos que ainda não nos conhecem a acessar nosso site/myspace e conferir nossos trabalhos. Aos que puderem comparecer aos nossos shows, garanto diversão e bom rock a noite inteira. – Bruno Zotto, baterista da banda Dissonantes.

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NOTICIAS

DATA: 30/10/2009
ENVIADO POR: BLAST RECORDS

Mineiros fazem disco de rock inspirado e sentimental

Junte a elegância do rock europeu com todas as suas nuances eletrônicas, uma pitada de poesia mineira e cubra com melodias impactantes que embalam refrões arrebatadores. Essa é receita que forma a banda mineira Outubro, que já em seu primeiro disco por uma gravadora surpreende com uma sonoridade que agrada ma primeira audição. Gravado no mitológico Toca do bandido(RJ), produzido por André Kostta  e mixado por Paulo Jeveaux, o álbum “Noites de Plástico” tem a participação em todas as faixas do baterista Glaucio Ayala (Engenheiros do Hawaii) e ainda conta com Milton Guedes na faixa “Até o Fim”.
  
 A experiência do time de veteranos com o trejeito “universitário independente” da banda, faz com que as 11 faixas soem coesas, com timbres de guitarra que lembram o velho mundo, programações melódicas e de bom gosto, além de sutilezas carregadas por uma cozinha que resgata que originalmente o rock foi feito prá dançar.  Ao ouvir “Noites de Plástico” dá prá sentir que o álbum transborda sentimentos de uma banda que esperou por dez anos a oportunidade de fazer um grande disco e lançá-lo nacionalmente. A boa notícia para o mundo da música pop é que eles conseguiram.        

Lançamento 29 de novembro de 2009 
Singles já à venda (online)

www.bandaoutubro.com.br
WWW.BLASTMUSIC.COM.BR


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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA GAMETAS




A banda Gametas foi formada em 2000 no Rio de Janeiro (RJ), atualmente fazem parte da banda Iuri Escabroso na guitarra solo (e no contra baixo enquanto a banda esta sem baixista), Claudio Paradise nos vocais e guitarra base e Rafael Bralha na bateria.



- Já passamos por varias formações e ainda estamos em fase de mutação, atualmente estamos em busca de um baixista para ocupar a vaga deixada por Diego Drugs (ex-baixista), que saiu recentemente. Já passaram pela banda; Fabio Brasil, Duda, Betinho, Charles Martin e Alexandre Pica pau. – Conta Claudio Paradise, único remanescente da formação original da banda.



O COMEÇO

De acordo com Rafael Bralha, no inicio a nome da banda era Paradise & Os Gametas e tinha a idéia de tocar rockabilly, sendo que inclusive o nome foi inspirado em Bill Haley & His Comets, ícones deste movimento que aconteceu nos Estados Unidos em 1950.



- No inicio, a banda se chamava Paradise & Os Gametas e a proposta inicial era de sermos uma banda de rockabilly. O tempo trouxe alem das mudanças dos integrantes da banda, outras perspectivas, e um novo repertorio muito mais abrangente e coerente com a formação musical dos atuais integrantes. Assim chegamos a esta estética punk/glam rock que remete ao som de bandas como KISS, Ramones, Nirvana entre outras tantas influências que podem ser percebidas a primeira audição. – Diz Rafael Bralha.



PROCESSO DE CRIAÇÃO

Segundo Claudio, a banda sempre busca por uma sonoridade diferente e original, e é essa busca que os motiva na hora de criar suas melodias e letras, que abordam alguns temas eróticos, e mórbidos.



- A busca por um diferencial e uma identidade singular é a força motriz por traz de todo processo criativo, temas inusitados com pouco ou quase nenhum apelo romântico e uma enorme variação melódica são outros aspectos desta alquimia. Um dos temas recorrentes além do erótico é o mórbido, um universo pouco explorado dentro do rock nacional. – Afirma Claudio Paradise.



TRABALHOS GRAVADOS

A banda Gametas tem um CD DEMO com dez músicas, intitulado "Sessões de Tortura Extrema", lançado em 2008. Atualmente a banda esta trabalhando seu primeiro álbum com a produção de Fábio Brasil em seu estúdio Mobilia Tracks.



CONTATOS

Site Oficial: http://www.gametas.com.br

Myspace: http://www.myspace.com/gametas

Fotolog: http://www.fotolog.com.br/bandagametas/48782582



- Em primeiro lugar, queremos mandar um abraço para a galera de Minas Gerais, que é rock and roll purinho e ao POSSILGA por nos abrir este espaço, valeu mesmo. Gostaríamos de convidar todos a dar uma conferida no nosso trabalho e enviar seus comentários, e também fazer parte de nossas comunidades no orkut, e principalmente incluir os GAMETAS nos eventos que forem realizar, podem ter certeza que vai valer a pena . GO GAMETAS GO! – banda Gametas.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA GRAVEOLA E O LIXO POLIFÔNICO





Graveola e o Lixo Polifônico é uma banda de Belo Horizonte (MG) e foi formada em 2004. Após passar por varias mudanças, atualmente a banda é composta por José Luis Braga (vocal, violão e cavaco), Luiz Gabriel Lopes (vocal, violão e guitarra), Marcelo Podestá (teclados, escaletas e sonoridades bizarras), Yuri Vellasco (bateria e percussão) Flora Lopes (percussão), João Paulo Prazeres (saxofone, flauta e teclado) e Bruno de Oliveira (baixo acústico e baixo elétrico). Ainda fazem parte da equipe Rafael Barros (produção executiva), Fernando Bozo (técnico de som e produção fonográfica) e Luísa Rabello (luz, cenário e edição de vídeos).



- Quando começamos éramos três, eu, Marcelo e Luiz. Pouco tempo depois a veio a Flora, irmã do Luiz, e com ela, a idéia de formar uma banda “séria” começou a se concretizar. Quando a gente começou a ver a coisa andar (já tínhamos algumas composições prontas, outras pirações em mente e algumas apresentações que renderam elogios) o Marcelo foi morar na Itália. Isso aconteceu em Julho de 2005, a grande perda e a segunda formação, eu, Luiz e Flora. Em 2006 foi a vez da Flora abandonar o barco, e logo chamamos o Yuri para engrossar um caldo que já estava para lá de ralo. O Yuri entrou para tapar um buraco, mas se encaixou tão bem no esquema tático que nunca mais deixou o time. Enquanto éramos três, chamávamos o João para fazer algumas participações. Pouco após a volta do exílio de Flora e Marcelo, João Paulo Prazeres, que já vinha comendo pelas beiradas, se entregou ao grupo para engrossar de vez o caldo, desta vez, bem viscoso. De vez? Me engano. Após participar da gravação do disco no final de 2008, o baixista Bruno foi o sétimo e último músico a se juntar ao Graveola. – Conta Zé Luis.



O INICIO

De acordo com Zé Luis, tudo começou com a idéia de fazer um som entre amigos e acabou se tornando uma coisa mais seria. Na época os integrantes haviam entrado na universidade e segundo Zé Luis tinham muitos sonhos e vontades. Ele conta que não houve dificuldades no inicio, exatamente pelo fato de que eles tocavam só pelo gosto da coisa. Quando eles resolveram ser um grupo musical mesmo é que encontraram “pedras” no caminho da dura estrada em que bandas têm que caminhar.



- De início, o intuito era mais o de fazer um som do que o de formar um conjunto. Havíamos entrado na universidade, estávamos na flor da idade, abarrotados de sonhos e desejos. A UFMG, mais especificamente a FAFICH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas), foi o território onde o “bicho polifônico” nasceu (meados de 2004), nesse período aventureiro, etílico e libidinal dos quase vinte aos vinte e poucos. Se houve uma “cabeça” solitária eu não sei, acho que não, mas um mediador da interação pré-grupo teve sim, foi o Marcelo, meu amigo de infância, quem me apresentou ao Luiz nos corredores da FAFICH. Não me lembro de dificuldades no início, talvez o controle da libido frente ao excesso de belas moças que cruzavam aqueles corredores. Quanto ao aspecto (puramente) musical, as famílias e os amigos apoiavam, alguns até tinham a plena certeza de que daquelas rodinhas de violão poderia surgir algo maior. Acho que como as coisas começaram de maneira informal e muito pelo gosto de tocar, não vejo porque falarmos de grandes dificuldades. Muitas dificuldades passamos a viver depois deste início, quando nos tornamos de fato um grupo musical, mas antes era só alegria mesmo, e clima de paquera, claro. – Afirma Zé Luis.



O NOME

Zé Luis explica que a historia do nome é um tanto longa, mas em resumo na casa dos pais do Marcelo há um pé de graviola que para ele é uma fruta bem interessante, lembrando uma mamona gigante. Na mesma casa havia uma vitrola de madeira, trazida da Itália pelo bisavô do Marcelo. Aconteceu da vitrola ser colonizada por cupins e então eles tiveram que jogá-la no lixo. Eles então decidiram homenagear o móvel, e associando com a graviola que havia lá escolheram o nome Graveola e o lixo polifônico.



- Na casa dos pais do Marcelo tem um pé de graviola, uma fruta bem curiosa, parece uma mamona gigante, mas não chega a ser assassina. Lá também, entre as inúmeras bugigangas e móveis de valor, tinha uma vitrola feita com madeira de carvalho, trazida do sul da Itália por seu bisavô, o Sr. Podestá, logo após a segunda guerra mundial. Reza a lenda que essa vitrola sobreviveu a um bombardeio das forças aliadas antes de atravessar o Atlântico. A casa do Marcelo é uma espécie de berço mítico do grupo, foi onde ocorreram, entre cervejas e cachaças, nossas primeiras experimentações e aventuras sonoras. No dia 27 de outubro de 2004, descobriu-se que a vitrola estava colonizada por cupins. Tudo aquilo foi muito triste para nós, que mantínhamos praticamente uma relação totêmica com aquele objeto. Quando a mãe do Marcelo, pediu para que a ajudássemos a jogar a vitrola no lixo, a comoção foi geral, até o Talibã, cão da casa, nos observava com um olhar tristonho. Mas era inevitável, aquele móvel precisava ir para o lixo, todos sabem como os cupins são perigosos (malditos! foram mais fortes que um bombardeio anglo-saxônico). Decidimos homenagear a vitrola, e lembramos da graviola no quintal (não me lembro bem quem fez essa associação tão aleatória, mas curiosamente criativa). Optamos pelo “grave”, ao invés do “gravi”, para efeitos “trocadilhescos”. Por fim, conseguimos (eu, Marcelo e Luiz) sintetizar todo aquele mosaico de sentimentos, flashbacks nonsenses, aflições, saudosismos em um nome curto, grosso e sugestivo, Graveola e o lixo polifônico, e assim foi. – Relembra Zé Luis.



PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS

O saxofonista, flautista e tecladista João Paulo diz que a banda tem muitas influências, começando pelo samba, passando pela tropicália, musicas de 1980 e 1990, alem de um pouco de tudo que foi esquecido, de uns vinte e poucos anos para cá, eles tentam aproveitar de alguma maneira. João Paulo cita nomes como Noel Rosa, Assis Valente, Frasão, Moreira da Silva, Sérgio Sampaio e Walter Franco, Hermeto Pascoal, Itamar Assumpção e Arrigo Barnabé. Ele conta que atualmente estão muito ligados nos ritmos do Pará, como a guitarrada.



- As influências são muitas e amplas. Começa no samba da primeira metade do século XX, segue uma linha torta que passa pela tropicália no fim dos anos sessenta e adentra nos setenta. Cruza os oitenta com todas as suas loucuras e também baranguices. Os noventa entram com música de massa que chegou arrebentando e depois foi obviamente jogada fora. Até clássicos da canção romântica urbana noventista foram revisitados e fizeram muita gente cantá-los sem se dar conta do que se tratava. Atualmente estamos muito ligados nos ritmos do Pará, como a guitarrada. Vale ressaltar que há influências importantes na nossa música que não estão só no campo musical. Tom Zé, por exemplo, propõe uma abordagem da música que nos influência significativamente. Nossas intenções são muito pensadas, discutidas e certamente sofreram influências tão fortes quanto a música em si. Existe uma grande troca de idéias a respeito de arte em geral dentro da banda, em vários aspectos. – Diz João Paulo.



TIPO DE SOM

João Paulo fala que se pudessem até definiriam o tipo de som que fazem, mas ele ressalta que a banda é um conjunto de jovens músicos com muitas coisas passando pela cabeça e também muitos anseios. Segundo ele é um som jovem, mas com traços bem maduros. De acordo com João Paulo a principal característica da banda é a polifonia.



O som que fazemos é nitidamente jovem, mas não destituído de uma maturação, que nos é provida pelo pendor analítico que acomete os integrantes. A principal característica do som da banda é a polifonia. Não apenas a presumível polifonia sonora, mas a polifonia discursiva. A versatilidade e heterogeneidade da banda denota a pluralidade de discursos a que estamos submetidos dentro e fora do grupo. Daí resulta essa amálgama sonora chamada Graveola e o lixo polifônico. Não existe um processo de criação padrão. Pelo contrário, existe um processo de assimilação de coisas muito variadas no processo de criação que acaba dando nesse quadro díspar que é a banda. Gêneros diferentes, novos ou velhos, do auge da moda ao fundo do nosso esquecimento, podem ser motes para uma nova composição. O negócio é pegar alguma coisa que não tenha ainda aparecido dentre as canções da banda, mas que dialogue de alguma maneira com o nosso som. Outra coisa é aproveitar idéias que a princípio seriam descartadas, às vezes até erros mesmo que acontecem nos ensaios e são incorporados às músicas. Tudo isso passa por um processo criativo que acaba fazendo com que o grupo consiga preservar uma identidade. Acho que esse identidade nasce mais ou menos dos cacoetes de cada um, presentes nas músicas dos mais variados gêneros. – Explica João Paulo.



INSPIRAÇÃO

De acordo com João Paulo, a banda não trabalha com um tema principal, mas há alguns que são recorrentes. As letras segundo ele podem ser tanto serias como cômicas ou encantadoras, variando de acordo a inspiração deles.



- Não há um tema principal, mas há vários vieses recorrentes na banda. Brincamos dentro da banda que todas as músicas compostas após a gravação do CD são meio que "respostas" a alguma canção do disco. Claro que é uma brincadeira, mas que mostra que continuamos seguindo uma linha de multiplicidade sem perder a unidade. - Ressalta João Paulo.



TRABALHOS GRAVADOS

A banda Graveola e o lixo polifônico gravou seu primeiro CD em 2008, resultado de um projeto que eles enviaram para o Fundo Municipal de Cultura. As musicas estão disponíveis para download no site da banda.



- Quanto um próximo álbum, já temos músicas suficientes e um pouco mais de experiência que o primeiro. No entanto, falta juntar um pouco ainda de dinheiro e ainda é preciso levar este primeiro disco para o público em potencial nos confins mais longínquos do Brasil. Porque, como já se sabe bem, foi-se o tempo em que se ganhava com disco. Apresente-se ou morra de fome. Então faremos alguns shows ainda e, enquanto isso nós preparamos mais algumas musicas para CD que queremos lançar em 2010. – Conta Marcelo Podestá.



AGENDA

27/11/2009 - Show da Céu - as 22h00m Music Hall – Belo Horizonte (MG)

28/11/2009 – Encerramento do festival forumdoc.bh.2009 Local à confirmar.

O site da banda tem uma agenda completa e atualizada.



CONTATOS

Emails: o@graveola.com.br - producao@graveola.com.br

Site Oficial: www.graveola.com.br

Myspace: www.myspace.com/graveolaeolixopolifonico

Outros sites: http://www.flickr.com/photos/graveola



- Ei, você que está aí, sem fazer nada, venha ouvir o grave! - banda Graveola e o lixo polifônico.

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

INVASÃO POSSILGA NA FESTA UNIVERSO PARADISE







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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA THE DEAD LOVER’S TWISTED HEART





A banda The Dead lover’s twisted heart surgiu em Belo Horizonte (MG), no ano de 2006. Fazem parte da formação atual Ivan (guitarra e vocal), Guto (guitarra e vocal), Velvs (baixo e vocal) e Pat (bateria e vocal).



- A banda se formou no inicio de 2006, logo após termos gravado o álbum. Gravamos esse EP que esta na internet com outro baterista, o Marcelo, mas ele saiu quando o disco não tinha acabado de mixar ainda. Foi quando a Pat entrou que passamos a fazer mais musicas, criar novos arranjos, criamos um nome e fizemos a primeira apresentação. – Diz Ivan



O COMEÇO

Ivan conta que a banda já começou gravando, na época eles ensaiavam e já tinham algumas musicas e alguns amigos convidaram eles gravar as musicas e ver como ficaria.



- Nunca tínhamos tocado em um show e na verdade nem tínhamos os arranjos finalizados direito quando nos enfiamos na casa do Velvs para registrar tudo. Foi difícil, mas ótimo, a experiência que se adquire gravando é uma coisa absurda. Mas ai foi isso, como toda banda independente e sem grana, passamos o maior perrengue para conseguir finalizar o disco, arrumamos equipamentos emprestados, computador emprestado, juntamos os amigos e como sempre, tudo que tinha para dar errado deu, mas no fim o resultado surpreendeu todo mundo e até hoje vem gente falar conosco desse EP. – Conta o guitarrista e vocalista.



O NOME

Segundo Ivan, o nome The Dead lover’s twisted heart foi inspirado no titulo de uma música de Daniel Johnston, um artista norte americano que os membros da banda se identificam muito.



- Daniel Johnston é um artista folk low-fi que nos identificamos muito tanto pela forma com ele compõe, quanto produz suas músicas. É uma homenagem para esse tipo de cancioneiro, freak, meio à margem. – Explica Ivan.



INFLUÊNCIAS MUSICAIS

O guitarrista e vocalista diz que o objetivo da banda é gostar de todo mundo” e por isso é difícil definir o tipo de som que fazem, pois de acordo com Ivan tem um pouco de tudo.



- Fazemos canções, no sentido mais amplo que essa palavra abarcar. Normalmente fazemos individualmente um esboço de musica e nos juntamos, mostramos o que é e cada um acrescenta uma coisa sua, desde o arranjo até a letra. É sempre um processo bem coletivo de criação. A inspiração vem das mais diversas fontes, desde livros e quadrinhos a outras musicas e desilusões amorosas. Não há uma lógica muito definida, procuramos trabalhar com imagens, clichês do rock e da musica em geral na hora de fazer letras e canções. – ressalta Ivan.



TRABALHOS GRAVADOS

The Dead lover’s twisted heart possui um EP gravado em 2006 que pode ser ouvido e baixado pela internet. E estão finalizando CD completo com musicas inéditas e que eles pretendem lançar em março de 2010.



CONTATOS

Email: thedeadlovers@gmail.com

Myspace: www.myspace.com/thedeadloverstwistedheart

Twitter: www.twitter.com/Dead_Lovers

Outros Sites: www.tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=5040

www.flickr.com/photos/thedeadlovers

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA VENDO 147


A banda Vendo 147 é de Salvador (BA) e teve sua primeira formação em 2005, é atualmente formada por Pedro Itan e Duardo Costa nas guitarras, Caio Parish no baixo, Glauco Neves e Dimmy "o Demolidor" na bateria. Sim, a banda tem dois bateristas que tocam juntos em um clone drum - uma invenção Suíça onde os dois tocam no mesmo bumbo.



O INICIO
Dimmy conta que tudo começou com Glauco Neves, que em 2005 compôs algumas músicas e gravou praticamente todos os instrumentos sozinho, ele fez algumas copias em CD-R e distribui. Então Glauco convidou alguns amigos, que participaram na gravação de algumas musicas e assim montaram a banda.



- O Glauco compôs algumas músicas e nessa época (2005) ele trabalhava num estúdio de gravação, daí aproveitou e gravou umas 12 canções e saiu colocando os nomes e gravou praticamente tudo sozinho, baixo, guitarra, bateria. Algumas músicas contaram com participações de músicos amigos dele. Depois teve a idéia de lançar isso em conjunto com um selo de Salvador (BA) chamado Frangote Records. Fizeram umas cópias em CD-R e distribuíram. Foi aí que Glauco reuniu alguns amigos que o ajudaram a gravar aquelas músicas e a montar a banda daquele projeto. – Conta Dimmy “o Demolidor”.



O NOME
Segundo Dimmy o nome foi inspirado num anuncio de jornal feito por um amigo de Glauco, Eduardo Penna (ex-vocalista da banda Los Canos). Na época eles estavam à procura de um nome para a banda e Eduardo estava vendendo um Fiat 147. O anuncio dizia “Vendo 147...” Glauco gostou e acabou se tornando o nome da banda.



- Quando Glauco gravou as músicas, ele queria pôr um nome na banda, pois estava preparando uma página no site Trama Virtual. Nessa época ele trabalhava com Eduardo Penna (ex-vocalista da Los Canos) e eles discutiram sobre um nome para a banda. Penna estava vendendo um Fiat 147, escreveu um anúncio para jornal e leu em voz alta: "Vendo 147, ano tal...". Foi ai que Glauco disse: "perfeito, gostei desse nome!". Penna perguntou: "que nome?". E Glauco respondeu: "esse que você disse aí, Vendo 147", que acabou virando o nome da banda. – Explica Dimmy.



INFLUÊNCIAS
As principais referencias musicais da banda de acordo com Dimmy são Led Zeppelin, Danko Jones, Queens of the Stone Age, Black Sabbath, Bella Fleck, Victor Wooten, Beatles, Retrofoguetes, Pata de Elefante, Frank Zappa.



- Na verdade, é difícil citar um ou alguns nomes que te influenciam, quando se faz arte, música, tudo te influencia, seja outra música, o mar, a natureza. Nosso som é um rock instrumental. Para saber o porque, basta ouvir as trilhas. Na hora de criar rola um processo coletivo na criação das trilhas, alguém chega com um tema, ou um riff, e saímos montando o quebra-cabeça até a peça ficar pronta. – Diz Dimmy.



TRABALHOS GRAVADOS

A banda Vendo 147 tem um EP que está disponível para download (no Myspace da banda tem um link para baixar) e estão compondo musicas para um álbum completo que pretendem gravar e lançar em 2010.



AGENDA

05/11/2009 Club Nox – Recife (PE)
06/11/2009 Festival Aumenta que é rock - João Pessoa (PB)
07/11/2009 Festival Do Sol – Natal (RN)
19/11/2009 Campeonato Mineiro de Surfe - Belo Horizonte (MG)
22/11/2009 Convenção de Tatuagem – Salvador (BA)



CONTATOS
Telefone: (71) 8804 - 7440

Emails: contatovendo@gmail.com - dimmydasilva@hotmail.com

Myspace: www.myspace.com/vendo147
Twitter:
http://twitter.com/vendo147
Footslog:
www.fotolog.com/vendo147



- Gostaria de convidar a todos que acompanham o blog Jornalismo Possilga para conhecerem um pouco mais sobre a banda Vendo 147. Visitem o nosso myspace e o nosso fotolog, lá vocês encontram diversos links para vídeos, matérias, fotos. – Dimmy “o Demolidor”, um dos bateristas da banda Vendo 147.



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NOTICIAS

DATA: 21/10/2009

ENVIADO POR: RODRIGO DE PAULA (DIGÃO)


MINHA MÃE QUER VIVER! AJUDEM!


Me chamo Rodrigo de Paula, sou jornalista e produtor cultural da cidade de Montes Claros. Geralmente você recebe os meus e-mails com divulgação de eventos culturais, divulgação de artistas ou ações sociais. Desta vez venho não por manifestações artísticas! Mais sim para pedir ajuda!



Hoje, quarta-feira (21) completa 40 dias que minha mãe conhecida como Dona Rita, está lutando pela vida no Hospital Aroldo Tourinho. Após uma amputação de parte do pé esquerdo devido problemas agravados pela diabetes, ela vem enfrentando diversas complicações, pois, já fez cirurgias nas artérias das pernas e mais uma na artéria do rim esquerdo. A nossa família está muito grata por tudo que a equipe médica do Hospital Aroldo Tourinho tem feito para salva-la.



Já há oito dias ela se encontra no CTI, e tenda reagir dia após dia, pois estava em um quadro de coma induzido. Apesar de não apresentar quadros de reação consideráveis, ela se encontra com os sinais vitais muito fracos e os rins não estão funcionando muito bem. Apesar do desespero de nossa família, acreditamos nos médicos do Hospital Aroldo Tourinho no fator da recuperação dela, e acreditamos que enquanto o coração dela continuar batendo ainda teremos fé na recuperação e cura.



Devido o mau funcionamento dos rins, é necessário que ela faça diálise (filtração do sangue) muito freqüentemente, e por esse motivo venho a público implorar a ajuda de todos vocês. O sangue que ela está utilizando na diálise precisa ser compensado com mais doações de sangue para o banco de sangue do hemominas daqui de Montes Claros.



Pode ser doado qualquer tipo sanguíneo! Somente é necessário apresentar o nome dela no ato da doação. O nome dessa guerreira é ALEXANDRINA RITA FERNANDADES DE PAULA, ela se encontra no CTI do Hospital Aroldo Tourinho. Lembro a vocês que mesmo que todo o sangue, não seja direcionado para ela, a sua doação ajudará centenas de pessoas que diariamente necessitam do banco de sangue do HEMOMINAS de Montes Claros.



Eu e minha família agradecemos todos aqueles que ajudarem na luta pela vida de Dona Rita, são 40 dias de sofrimento e angustia, mais esperamos que Deus tocasse os seus corações e ajudem minha mãe a continuar a viver.



Peço aos colegas e amigos jornalistas que divulguem esta carta! Aos amigos que motivem doadores de sangue! A quem receber este e-mail que encaminhem para os seus contatos! Enfim que multipliquem este pedido de socorro!



Com sinceros agradecimentos!

Rodrigo de Paula

DATA: 21/10/2009

ENVIADO POR: MÁRCIA BRAGA



ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO NO CINEMA COMENTADO



No sábado, dia 24 de outubro, o Cinema Comentado Cineclube apresenta ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO (1989/1992), documentário consagrado internacionalmente como um dos melhores estudos já feitos sobre o nazismo no cinema.



O filme de Peter Cohen lembra que chamar Hitler de artista medíocre não elimina os estragos provocados pela sua estratégia de conquista universal. O veio artístico do “arquiteto da destruição” tinha grandes pretensões e queria dar uma dimensão absoluta à sua megalomania. O nazismo tinha como um dos seus princípios fundamentais a missão de embelezar o mundo. Nem que, para tanto, destruísse todo o mundo.



ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO destaca a importância da arte na propaganda, que por sua vez teve papel fundamental no desenvolvimento do nazismo em toda a Alemanha. Para os nazistas, as obras modernas distorciam o valor humano e, na verdade, representavam as deformações genéticas existentes na sociedade; em oposição defendiam o ideal de beleza como sinônimo de saúde e, consequentemente, com a eliminação de todas as doenças que pudessem deformar o "corpo" do povo. O filme dedica, ainda, um bom tempo à perseguição e eliminação dos judeus como parte do processo de purificação, não só da raça, mas de toda a cultura, mostrando o processo de extermínio.



ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO perturba ao revelar a apropriação ideológica e política da arte como instrumento de convencimento e manipulação do indivíduo: um filme profundamente atual e verdadeiro. Classificação etária: 14 anos.



CURTA CIRCUITO

O Cinema Comentado, em parceria com a Associação Curta Minas/ABD-MG e a Usiminas, apresenta, também nesse sábado (24/10), o Cineclube Curta Circuito com a SESSÃO LIVRE – DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO.



Em 28 de outubro de 1892, Émile Reynaud realizou a primeira projeção de imagens animadas no mundo. E esse dia é considerado o marco inicial dos desenhos animados. Antecipando as comemorações da data, serão exibidas diversas animações de realizadores mineiros:

1) SAMBA MORENA

2) COMO DEFENDER UM CAFOFO OU AS AVENTURAS DO LOBO GUARÁ NO REINO DA ESPECULAÇAÕ IMOBILIÁRIA

3) CIDADE

4) UM DIA DE PORCO

5) LIBERTAS

6) A LAGARTA LARGADA

7) SETE VEZES CHICA

8) RELATO VERMELHO, O NASCIMENTO DOS SUPRASENSORIAIS

9) ÁGTUX



O Cinema Comentado Cineclube acontece todo sábado, a partir das 19h, na sala 44 do Sesc – Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). A entrada é gratuita e há sempre um bate-papo após as exibições.



CINESESC

No domingo, 25/10, o CineSesc apresenta AMÉM (2001), produção do diretor Costa-Gavras. Durante a 2ª Guerra Mundial, um oficial da SS, desenvolve um produto para tornar mais eficiente a limpeza de tanques. Seu produto, porém, é utilizado para matar os judeus nos campos de concentração.



Horrorizado, ele procura o jovem padre Ricardo Fontana que, sendo de família influente, poderia solicitar a interferência do Papa Pio XII para impedir o genocídio dos judeus. A trama acompanha a saga desses personagens: um movido pela culpa, outro pela consciência; e toda a intensa luta para salvar milhões de judeus. Ao mesmo tempo, o filme recupera uma polêmica que persegue a igreja católica até hoje: Qual o seu papel na 2ª Guerra? É possível ser cristão e nazista?



Sem evitar os dilemas políticos e éticos, Costa-Gravas nos mostra que o humano é muito mais do que parece ser, e que os acontecimentos de uma guerra deixam as pessoas cegas para aquilo que não querem ver. O diretor apresenta os “bastidores” do conflito e forma sua versão sobre a guerra, na qual Igreja, EUA e demais aliados estavam pouco se importando com o possível massacre de judeus no interior alemão. Com ritmo preciso e trilha sonora envolvente, AMÉM é um bom sinal de que o cinema europeu continua produzindo obras com forte conteúdo crítico: é um filme intenso, provocante, histórico e que discute corajosamente a relação polêmica entre o Vaticano e o III Reich. Classificação etária: 14 anos.



O CineSesc acontece em parceria com o Cinema Comentado Cineclube e a Programadora Brasil, apresentando sessões todos os domingos, no Salão de Convenções do Sesc-Pousada Montes Claros, a partir das 19h (novo horário). O endereço do Salão é Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). As sessões são gratuitas, abertas a todos os interessados, e depois acontece um bate-papo com a platéia sobre o filme apresentado.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

BANDA SOPRONES REPRESENTA MONTES CLAROS EM UBERLÂNDIA


A banda Soprones se apresentará no Festival Jambolada, que é realizado anualmente em Uberlândia, desde 2005 e é realizado pelo Coletivo Goma. O evento reúne bandas de variados estilos, independentes e também grandes nomes da Musica Brasileira.



A banda Soprones será a única banda norte mineira no festival deste ano e foi indicada pelo Coletivo Retomada que é parceiro do Coletivo Goma. Andrey Meoli, guitarrista da banda diz que todos estão empolgados em tocar no triangulo mineiro e esperam fazer um bom show que agrade a galera.



- É a primeira vez que a banda toca em Uberlândia, só por isso já é bom, e também é um grande festival, ou seja, é mais uma oportunidade que temos para mostra nosso trabalho, agora no Triangulo do Inferno Mineiro (hehe). Nós vamos estacionar nossa camionete do cão em Uberlândia e como já é de costume, tocar o terror. – Afirma Andrey Meoli.



A banda sai de Montes Claros rumo a Uberlândia na madrugada de quinta para sexta-feira, e se apresenta no mesmo dia às 19h30min. Para saber mais informações sobre o festival e sobre a programação acesse http://jambolada.blogspot.com . Para conhecer mais sobre a banda Soprones acesse o site da banda www.soprones.com .

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NOTICIAS


DATA:19/10/2009

ENVIADO POR: CHICO SURREAL


BANDA PONTO DE EQUILÍBRIO EM MONTES CLAROS



No dia 24 outubro a banda de reggae Ponto de Equilíbrio, se apresenta pela primeira vez em Montes Claros. O show acontece no sitio Recanto do Paraíso a partir das 21:00.



  • ÁREA VIP COM VISÃO PRIVILEGIADA
  • ABERTURA COM SHOW DO SEU ISTYLINGA
  • PSYBER(DECORAÇÃO INÉDITA/FLOWERS BH)
  • ESPAÇO SURREAL PARA TODOS
  • ELASTIK LIVE
  • JOTTA
  • MIDNIGHTCAT


PONTOS DE VENDA

  • Br Mania
  • Boot's & Out Wear
  • Aero Shake
  • Taberna Roots
  • Maria Bonita
  • Empório Canadá
  • Vendedores credenciados

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

JOGOS

Nas ultimas duas semanas eu não tenho postado muito no blog, pelo fato de estar dedicando muita atenção a edição do DVD do Rock Moc 2009 e também porque estou esperando as respostas de algumas bandas.



Então, para não deixar o blog sem postagens, hoje posto comentários sobre dois jogos, que eu recomendo a quem tiver interesse. Lembrando que se você tem uma banda e quer divulgá-la no blog, basta enviar um email para possilga@gmail.com. Vamos ao primeiro jogo.



BATMAN: ARKHAM ASYLUM (PC)


Produzido por: Eidos Interactive / Rocksteady Studios

Gênero: Ação / Aventura

Data de lançamento: 15/ 09/ 2009



Um jogo com uma qualidade gráfica altíssima e que pelo menos no meu computador (pentiun dual core, 2 ghz de RAM, placa de vídeo geforce 9500) rodou com tranquilamente, com as configurações máximas.



O enredo do jogo também é muito bom, em resumo o Coringa, que foi preso pela Batman estava sendo levado ao Arkham, manicômio de segurança máxima da cidade de Gothan. Quando é encaminhado a sua cela o Coringa dá seu jeito e escapa, sendo que na verdade ele mesmo planejou ser preso, pois agora está no controle do Arkham. O homem morcego por sua vez tem que libertar os vários reféns e “dar cabo” do Coringa, que está escondido em alguma parte da ilha onde fica o complexo que forma o Arkham.



A jogabilidade de Batman: Arkham Asylum é algo que impressiona, com a pratica e é possível lutar contra 25 oponentes ao mesmo tempo, derrotar todos sem tomar nenhum dano. Alem da pancadaria, Batman também é equipado com muitos dos seus equipamentos que já foram mostrados nos filmes, nos quadrinhos e na serie para a TV.



Para quem gosta de jogos de ação, com oportunidade mesclar pancadaria e estratégia, Batman: Arkham Asylum é uma ótima pedida.

PURE (PC)


Produzido por: Disney Interactive / Black Rock Studio

Gênero: Corrida

Data de lançamento:16/09/2008



Imagine uma corrida de quadriciclos, onde 16 pilotos correm em pistas muito loucas, fazendo manobras ao estilo MotoEX saltando rampas e penhascos.



Esse é o PURE! Um jogo de corrida, com gráficos bem realistas e que te possibilita fazer manobras e também customizar o quadriciclo. Você escolhe cada peça do veiculo, sendo tão detalhista que só faltou poder escolher os parafusos.



O jogo tem também seu modo multiplayer que pode ser jogado on line com pessoas de qualquer parte do mundo, sem necessidade de utilizar outros programas para intermediar as partidas, basta estar conectado a internet e clicar no modo multiplayer.



PURE é um ótimo jogo para quem gosta de corrida e de esportes radicais.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

SONS DO BRASIL - CONHEÇA A BANDA VERTIKAL




A banda Vertikal é de Palmas (TO) e teve sua primeira formação em 2001. Os integrantes da banda tiveram que se dedicar aos estudos e ficaram sem tocar por um período, voltando em 2007. A formação atual é composta por Otavio (vocal), Elton e Hugo (guitarras), Diogo Oliveira (baixo) e Rojas (bateria).



- A banda teve sua primeira formação em 2003 com o Elton e uns amigos. Após uma "parada", voltou em 2007 com a formação atual. Da primeira formação só resta o Elton e anteriormente a banda era um trio e hoje é um quinteto. – Conta o baixista Diogo Oliveira.



O COMEÇO

Segundo Diogo, em 2007 ele conseguiu um show no estado de São Paulo, mas estava sem banda. Então ele reuniu alguns amigos, entre eles o Elton (integrante da primeira formação da banda Vertikal), para tocar com nesse show, que acabou não acontecendo.



- Eu estava em Aracaju (SE) no inicio de 2007, praticamente sem banda, então tive a idéia de reunir essa galera para a gente juntar algumas musicas de cada um e fazer um repertorio para tocar em um show que eu consegui em Ribeirão Preto (SP). Juntamos tudo pela internet, para se ter uma idéia, nos primeiros ensaios eu estava em Aracaju e eles em Palmas (TO). No final, o tal show não aconteceu, mas serviu para juntar essa galera que hoje é a banda Vertikal. – Diz Diogo.



INFLUÊNCIAS

O baixista explica que o nome Vertikal foi sugerido pelo Elton e é uma influência do skate, quando eles praticavam o esporte, o estilo que preferiam era o vertical. Diogo diz que falando de música, as principais referencias da banda são Blink 182, Charlie Brown Jr, Cpm 22 e Aliados. Ele define o som da Vertikal como hardcore melódico/pop-punk.



- Nossas musicas falam principalmente do nosso dia-a-dia, de amores, amizades, desilusões e sentimentos. Nosso processo de criação é simples, se alguém tem uma idéia de uma musica, traz e vamos elaborando ela, não tem nenhuma formula tipo “e=mc²" não (hahahaha). – Ressalta Diogo.



CONTATOS

Email: bandavertikal@gmail.com

Myspace: www.myspace.com/bandavertikal

Outros sites: www.fotolog.com/vertikalrock



- GALEEEEEEEEEERA! Escutem e curtam a banda VERTIKAL. Diogo Oliveira, baixista da banda Vertikal.

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terça-feira, 13 de outubro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA THE JUNKIE DOGS